Investigação Forense Digital em Redes Sociais: A Análise das Evidências de Crimes no Facebook e no Twitter

Autores/as

  • Deivison Pinheiro Franco
  • Nágila Magalhães Cardoso

DOI:

https://doi.org/10.17063/bjfs3(3)y2014233

Palabras clave:

Social Networks, Redes Sociais, Crime, Crime, Facebook, Facebook, Twitter, Twitter, Evidence, Evidência

Resumen

As redes sociais sem nenhuma dúvida se tornaram quase indispensáveis na vida de qualquer pessoa “são inúmeros acessos a todo instante. Seja por dispositivos móveis como smartphones, tablets ou por computadores, toda espécie de informação pode ser compartilhada através de redes sociais, assim tornaram-se ferramentas Éteis para qualquer tipo de pessoa, entre os quais se destacam os criminosos de diversas espécies como traficantes, pedófilos, fraudadores, sequestradores, homicidas, ladrões entre outros que estão usando esses sites para fins ilícitos. Visto que o número crescente de organizações criminosas usando as redes sociais como apoio e meio para utilidades criminosas, surgiu desde então a necessidade de saber como analisar também essas promissoras fontes de vestí­gios, a fim de comprovar e desvendar um determinado crime. Autoridades investigadoras responsáveis pela aplicação da lei uma parte delas já estão utilizando redes sociais como o Facebook e Twitter para busca de evidências ou pistas correlacionadas ao delito. Entretanto pode-se perceber que ainda existe muito pouco de um modelo construí­do e difundido especificamente para investigação forense em redes sociais e agentes da lei devem ter a noção desses sites, bem como as técnicas para investigá-las. Dessa forma, este artigo vem contribuir na abordagem de um pequeno modelo voltado para este propósito com o foco nas redes, Facebook e Twitter.

Publicado

2014-06-20

Cómo citar

Deivison Pinheiro Franco, & Nágila Magalhães Cardoso. (2014). Investigação Forense Digital em Redes Sociais: A Análise das Evidências de Crimes no Facebook e no Twitter. Brazilian Journal of Forensic Sciences, Medical Law and Bioethics, 3(3), 233–257. https://doi.org/10.17063/bjfs3(3)y2014233